Citações

- William Shakespeare
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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Verão ardente

Talvez jamais esqueça,
Deste sol na cabeça,
Deste verão ardente.

Realmente, eu não deva
Perder a vista desta
Jóia, mui resplandecente.

Então, caro amigo,
Com tu hoje divido,
Motivo sorridente...

Agridoce e feliz.
Talvez, de dura cerviz.
Caminho lentamente.

Deixo então, o verão passado.
Pelo novo já esperado,
Com seus sorrisos reluzentes.

Dê-me Deus esquecimento,
Do outrora, de meu tormento,
E sorria neste meu presente.

Que de tristezas já provado,
Tenho no espirito fados
Que agora são divididos.


by Calado

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Traços cruzados



E no início era sem forma,
Tão sem forma. Porém, não vazio.

Um choque, encontro, acaso?
Um silêncio então os toma.

Caso o acaso logo os viu.
Decidiu fundir estes laços.

E pouco à pouco se forma,
Algo que então, nunca se viu:

Linhas, mãos, laços e abraços.
E o que não era, se torna...

Pulsa o coração frágil, sutil,
Tecido de Eros enlaça-os.

São formados sorrisos, e assim,
Os olhares trocam-se no ar,

Andorinhas a voar no verão,
Vestindo um belo carmesim.

E sempre em luta a travar,
Desejam-se, apaixonarão?

E enfim, inicio do verão,
Será que eles, o verão?

Por fim, eles então viram!
O enigma se solucionar...

Em meio à toda agitação,
De bombas, fogos que explodiam

Um pedido madrugada a ecoar,
Por sorrisos que um dia viriam.




by Calado

sábado, 19 de outubro de 2013

Cinco sonetos para ela



À DISTÂNCIA

Um céu estrangeiro,
Estranhos companheiros.
Noite de sono inteiro
Do cansaço rotineiro;

No sono que não veio.
Ouço um som meigo.
Teu carinho presenteiro,
À procurar-me o dia inteiro.

Bobo, perdi o verso,
E agora faço-me inverso...
Do que era meu universo.

Tanto carinho terno,
Eros, por ti espero...
Por entre as ondas de rádio.



I ª  NOITE


Como a noite e sua escuridão,
Nesta sua oculta profundeza,
Encontro-me na mesma vereda,
Tristonho e escuro coração.

De estrelas à uma triste solidão,
E que sem nenhuma sutileza...
Trouxe-me alguma incerteza,
Certeza que havia no coração.

E um abraço então se firma,
Noite à dentro, ao pé do ouvido,
De um alguém que não pode ser ver.

Ansioso, ânimo se anima...
E se alegra ao estar contigo,
Mesmo sem tocar, mesmo sem te ter.



ÃUGUSTIANO-SE EM CAMÕES

Recosto meu triste encéfalo
Nos ângulos de alvenaria.
E por entre os pulmões, asfixia,
Noturno desalento gélido.

Meus orbes, piscam agora sérios,
Nas palavras por mim proferidas.
Trágico, naufraga mais uma vida;
Vai... De encontro ao cemitério.

Quer nos lábios, que seja em papel;
Esqueço do mal deste vil dragão,
Venenoso membro inimigo.

Fadado estou, por fortuna cruel;
Resta-me, apenas desolação...
Neste meu cubículo amigo.



FUNERAL DO CUPIDO

Como Pesa o peito,
Com o cair das lágrimas.
Que como chamas, brasas,
Queimam este sujeito.

Sujeito ao efeito...
De sua queda estrelada,
Desaponta, estraga,
Cupido presenteiro.

Ferida férrea fatal,
De espada abanhada.
Hoje, corto a mim mesmo.

Fúnebre e frio funeral,
Noite que... acordada,
Viu morrer anjo meigo.



LEÃO MENOR

Mata-me a dor,
Esta distância.
Angústia, ânsia,
Mata-me, o amor.

Mata-me, horror
Como vingança,
Passou bonança...
Adeus, só dor.

Desejo, fado
De ser amigo,
Oh! Esperança.

Este vil mal grado,
Estar contigo,
Fica lembrança.




by Calado

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Noite do princípio




Esta é aquela hora!
E muitas outras - noite afora;
As quais esqueço
E torno a lembrar.
Onde verte-se o sangue.
Onde prova-se a dor.

Abrindo como rosa,
Como muitas coisas - outrora.
Das penas que mereço.
Das que não deveria pagar.
Que por favor, não chame,
Este palhaço chorão por "amor".

Apenas cicatrizes agora!
Ardentes, e minha'alma chora...
Os males de vários desterros.
Das almas que vim perturbar.
Que o meu peito assim se inflame,
Oh! Minha colônia de horror.

Recipiente vazio de outrora;
À legião de "eu's" e o inferno afora.
Então, volto outra vez ao começo,
Onde teu sorriso pude fitar!
Lá, tu chamas meu nome?
Como deveria te chamar, amor?











by Calado

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Abstrato



Sou apenas mais uma pintura,
Inacessível à mente debilitada.
Quadro de uma morte...
Luz de uma vida.
Em meio a um mistério comum,
Desejos, sonhos...
Se há mais algum,
Esqueço... Apago....
Assim como estes pensamentos.
Sou apenas mais um borrão de tinta na parede.
Incômodo.
Incompreensível...
De todos os ângulos possíveis.
Modo de vida vão,
Melhor que não existisse?
Sou apenas algo...
Inanimado?
Ainda que me sinta respirar...
Sou dúvida...
Conflito...
Angústia...
E não há um dia se quer,
Que eu não tenha sentido dor.
Solidão, medo...
E o constante desejo de amor.
Sou apenas mais um quadro...
Abstrato.
Longe da realidade das aparências.









by Calado

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Cem sóis










Do fundo dessa escuridão,
Em masmorras de terror.
Sem esperança, alegria, amor...
Com minhas unicas armas à mão.


Lágrimas de sangue escorrerão!
Fazer-me-ão sentir seu sabor,
De amargo metal em labor.
Coisas que a mim pertencerão.


Em meio a toda essa escuridão...
Cem sóis trazem-me amor.
Enquanto eu imploro por um doce perdão.


Mas essa eterna e oscilante dor...
Destrói pouco a pouco este coração.
Rasgado pelos sóis e pelo furor.
















by Calado

domingo, 1 de abril de 2012

Retrocesso











Desejo mais uma vez...
Ter teus olhos nos meus.
Adivinhar os pensamentos teus,
Tua mão tocar...
Quem sabe... Depois morrer.


Empunhar a esperança de viver,
Ao menos, um minuto ao lado teu.
Unir a batida do teu coração ao meu.
E amar...
Quem sabe... Depois morrer.


Dedicar-me a amar outra vez.
Realizar os sonhos teus;
Fazer... Deles os meus,
Tão somente amar-te.
Como jamais pude realizar,
Esta dança...
A valsa entre eu e você.


Pois de tudo que eu quero ser...
Muito mais, amado seu.
Ainda, que o medo seja meu;
Este coração venho ofertar!
Em pobres versos que pude empunhar,
Como espada de esperança...
E... Quem sabe... Depois morrer!
  
  
  
  
  
  
  
  
  
by Calado

quinta-feira, 15 de março de 2012

Caminho das Rosas





Pelo caminho, sozinho!
Um perfume doce pelo ar,
Tão suave...
Tão palpável...
Uma sensação de nostalgia,
Invadia-me com uma estranha alegria.
Uma história ainda não contada,
Não vivida para amar.
Doces suspiros...
Gosto de inesperado...
Como amado que busca sua querida,
Sem dor, sem pranto ou partida,
Desejoso do beijo de sua musa amada...
Á beira do caminho...
Com sua pena e seu papel...
Rodeado por flores belas e perfumadas.
Sopra um brisa gelada...
Espalhando o perfume pelo ar.
Por segundos...
Invade-me a sensação de lembrar,
De teu lindo rosto gentil,
Do abraço quente e amoroso.
Entre as árvores deste caminho luminoso,
Onde estas lindas e belas rosas...
Fazem-me lembrar você!




  



  
  
by Calado

domingo, 11 de março de 2012

Lanço de papel



Certa vez houve um lenço de papel.
Onde de forma tímida,
A Ti escrevi uma poesia.


Na que lembrasse aliança, anel.
Apenas relato de minha vida.
De uma momentânea e especial alegria.


Sobre um amor puro e fiel,
Sobre o rosto da flor mais linda,
De uma paixão a ser então vivida.


Segurar de mãos, girar em carrossel.
Troca de olhares, sensações vividas,
Medo, paixão, receio, companhia.


Mas como certa vez... "houve o papel"!
Pois não entregue, o tempo desgastaria.
Nunca revelando-te amada minha.


Palavras jamais ditas... Bouca infiel.
Meu coração a Ti diria,
Mas a razão julgou a palavra maldita.


Sim! Foi o apaixonado lenço de papel.
Que expressou o que sinto um dia,
Dizendo "Tu és minha alegria.".


Foi se o tempo, e como foi a mim cruel!
Negando-te o que lhe pertencia,
Carta singela, de minha paixão e alegria.
  
  
  






  
  
by Calado



sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Crônicas de Orfeu

    
Adentrando os portões do hades...
Esqueço-me de toda a esperança!
Apenas dor e sofrimento,
A pena aos mortos reservada.

Levo comigo apenas minha canção,
Tenho apenas uma singela lembrança,
O motivo de meu lamento,
Resgatar minha amada.

Oh! Senhor dos mortos,
Dentre estes podres e impuros corpos,
Devolve o amor que por direito é meu.

Que engano o meu,
Vejo agora em pedra transformada,
Pela traição de Hades, minha doce amada.
  
   
   
   
by Calado

Noite passada



Durante a noite passada,
Eu observei cada estrela do céu.
Vendo elas romperem o azul deste véu,
Cada uma com seu brilho singular...
Pensei em Ti...
Em Mim...
Em um nós que não pode se realizar.
Pensei...
Em pude tão somente pensar,
Imaginar...
Coisas que desejou meu coração,
Até mesmo um linda canção,
Que jamais escrevi...
Que não poderei cantar.
Idealizei campos de esperança,
Alimentei desejos de criança...
De um futuro...
De um amor...
Lugar seguro, abraço caloroso,
Um instante amoroso...
Momento difícil de encontrar,
Alguém difícil de encontrar,
Amor está em falta...
Infelizmente não se pode comprar...
Noite passada....
Entre um milhão de pensamentos,
Perdi meu sono...
Olhei por vezes o firmamento,
Em busca de Teu nome,
Teu rosto...
Então... Passaram-se três dias,
E...
Isto... Ainda me consome!
    
    
    
   
   
by Calado


domingo, 29 de maio de 2011

Na espéra de

Se fechar meus olhos,
Tocarei aquela que quero bem!
Com o coração cheio de esperança,
No amor...
Como a fé que há em uma criança.

Se estar em teus braços,
É o desejo que vem me consumir.
Neste olhar que hoje vi refletir,
A beleza...
Existente no coração de mulher.

Se o que quero é amar...
Pergunto se em Ti irei encontrar,
A resposta da minha questão,
Amas-me?
Ou apenas me reservarás o não!


by Calado

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Vingança e Adeus



Enfim...
Meus erros e tua intolerância,
Como uma visão de passado
Levam ao fim destinado,
O que um dia se fez amor!

Enfim...
Como cena que se repete,
Dois caminhos separados,
Dois corações despedaçados
Sem com que se alegrar.

Mas eu vi...
O sorriso nos teus lábios,
Na hora da despedida.
Vi que, feliz estavas querida,
Deste-me o troco afinal!

Eu senti...
Encheste de doce esperança.
Fazendo-me homem iludido,
Por teu amor desejoso e perdido,
Sorrindo ao comigo terminar.

Mas eu sei...
Pelos erros de outros pagarás,
Falhas dos que estão ao teu lado,
Que em dias passados,
Não os deixaram ser feliz!



by Calado

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Faltas... Falhas...



Hoje para mim não há mais lua!
Não canção apaixonada,
Banhada por anjos celestes,
Que aos amantes embalar,
Embriagam-se com som do amar...
Som de uma doce paixão.

Hoje só a falta e desprazer,
Desprazer por sofrer e fazer sofrer.
Pois o coração de meu amor dói,
E ferida ela está a chorar.
Quão tolo fui ao machucar,
Aquela que tanto alegrou meu coração!

Tenho esperanças em mim,
De poder estar ao teu lado!
De minhas falhas ser curado,
Com a brisa e a luz do luar.
De ver feliz minha querida,
Se alegrando em nossa paixão!


by Calado

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Dor, Arrependimento, Redenção e Despedida!

Nunca me escondi...
A ti me revelei como texto,
Que clareado por luz,
Torna se legível o seu contexto!

A Ti me entrego...
Dia após dia, toda meu amor...
E toda minha vida a ti quero dedicar!

Tenho ansiado com dores...
Por ser o companheiro perfeito,
Anado e namorado eleito,
Para ser guardião de teu coração!

Mas meus erros passados,
Sempre me julgarão culpado,
Impedindo que em mim possas confiar!

Resta-me então pouca esperança,
De em Deus perdão encontrar,
Perdão e cura de meus pecados achar,
Com Deus e contigo reconstruir aliança!

Amor... Não quero morrer,
Sei ver que um dia podes saber,
Que eu te amo e nunca deixei de te amar!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Declaração

 

Soudade…  Alegria… Calor…

É isso que sinto ao pensar em ti!
A palavra que por ti me faz suspirar...
Faz com que esqueça tudo que aprendi.
E apenas em Deus, esperança em ti achar!

Também traz alegria a me encher...
Quanto em teus doces olhos eu me acho!
Faz-me pensar em de como pode ser,
Poder amar-te e segurar-te em meus braços.

Eu te peço, quase que como em oração!
Confie no que neste momento vivemos.
Prives-me de toda duvida e confusão,
Peçamos a Deus, abençoar o que seremos!

Não quero apenas ter-te para mim,
Longe de eu ser tão cruel e egoísta!
Companheiro, amigo! Quero me unir a ti...
Descobri com tu, o que há de bom nesta vida!

Cultivar contigo o que Deus nos deu...
Pode segurar tua mão em momentos de dor!
Mesmo que o medo possa abater tu e eu,
E tudo poder superar com nosso amor!

Eu sei que ainda é cedo para disso falar...
Mas meu objetivo é concreto em dizer!
Por ti estou apaixonado e quero te amar,
Peço que façamos esse amor florescer.

Desfrutar do caminho ao teu lado...
Descobrir o que Deus tem para dar...
E Sua vontade estarmos firmados,
E com os olhar cheio amor, te abraçar!   

    

  

by Calado

terça-feira, 23 de março de 2010

Longa canção de mais um desamor

 

Doce canção proferida por lábios amargos...
Um momento de reflexão, caminhos trilhados.
Meus caminhos e os teus se chocaram...
Mas apenas gerou dor e amargura!

Lágrima triste escorre de olhos que parecem sorrir...
Sentimentos que parecem explodir em mim!
Se chorar é tudo que posso fazer agora...
Não irei me deter...  Mas irei te esquecer!

Lua em um céu negro estralado que parece chorar...
Quietude e ansiedade travam batalha no meu pensar!
Sensato nunca fui, levado pelas emoções...
Rejeitado e magoado, destino certo e constante.

Doce canção proferida por lábios amargos...
Lágrima triste que mais parece um fardo...
Esquecer-te...  Minha única saída!
Levantar-me...  Mascarar minha ferida!

Acorde triste que pela noite está a soar...
Assim é minha vida...   Tristeza, prantear!
Eu não me conformo, mas fraco sou...
Não há nada...  Nada que eu possa fazer!

Mãos atadas a um destino cruel e de dor...
Onde não sei o que será de mim e do meu amor!
Eu gostaria apenas de descansar...
Em cima...  Ou abaixo da terra!

Libertação que não chega a um pobre coração...
Que clama por amor e pouco de compreensão!
Desejando abraços e beijos de amor...
Ansiando pela costela perdida ao nascer!

Vida solitária vivendo a esperar o seu fim...
Onde não há mais esperança nem algo a acreditar enfim!
Apenas uma vida vazia e triste...
Apenas um olhar vazio...  Coração frio, morto por dentro!

     

   

by Calado

domingo, 21 de março de 2010

Durante a noite…

 

Noite adentro, qual morcego a voar,
Posso ouvir meus pensamentos...
Sempre contrários ao meu coração.
Indeciso? Confuso? Desnorteado?

Como poderia eu abandonado...
Deixar meu coração falar?
Que em constante conflito com a mente,
Faz minha razão se desviar!

Noite adentro...
Esperando o passar do tempo...

Esperando o desfecho dessa paixão.
Seguro uma lágrima...
Em um instante...
De quem um dia prometeu não chorar,
De quem um dia prometeu não amar!

Perco meu sono...
Perco o brilho no olhar...

Pois tenho pensado tanto em Ti.
Desacredito de minhas forças.
Será que posso continuar?
Tenho me esforçado para dar-te meu coração!
Tenho me esforçado para ter teu coração!

Tenho estado preocupado...
Contigo...
Comigo...

Tenho perdido algumas noites!
Tenho dado asas a minha esperança...
Ainda que abutres me afastem de ti.
Tenho a fé de uma criança!

Eu não posso evitar o meu olhar ao te encontrar!
Eu não posso evitar o que sinto ao teu lado!
Noite adentro...  Qual morcego a voar...
Eu apenas sinto a grande vontade de te encontrar!

Tocar tua pele branca como a neve...
Sentir teus lábios rosados...
Olhar dentro de teus lindos olhos...
(Como sempre faço)
Ver o teu olhar sarcástico e brincalhão.
Acidentalmente segurar tua mão...
Tentar em verdade mostra este eu,
Que mui bem vi que conheces!

E em um momento, quebrando o muro entre nós!
Deixando de lado minha timidez e tua formalidade...
Ver acontecer o desejado beijo,

Onde creio eu, que daria inicio a nossa história!

Noite adentro...
Esses são os sonhos que tenho.
Sonhos que...  Sem você não serão reais!
Que constroem a esperança que retenho.

by Calado

sábado, 20 de março de 2010

Morto pela paixão

 

Eu já morri muitas vezes...
Algumas outras me mataram...
Rendido por sentimentos,
Emoções e desejos que terminaram!
Pouco a pouco, dei me conta que...
Já não restava muito de mim!
E que o havia de estar de pé...
Este já não era eu mesmo,
Estranho sem paradeiro ou fim.

Várias vezes eu vi meu coração...
Por muitos amores e paixões ser dilacerado!
Carente, apenas a procurar um abraço,
Pelas quedas que a vida traz, machucado!
Ingênuo a sonhar com esperança,
Sustentando a fé no amor e na paixão...
Batendo com o rosto em muros...
Dei me conta que sou apenas uma criança!

Ora! Não é por acaso que assim sou chamado?
Eu bem sei que você pode me entender!
Percebes minhas mascaras e disfarces...
Como poderia eu não me render?
Eu sei que pareço bobo ao seu lado.
Perdoe-me! Apenas estou apaixonado!

Dize-me então...  Se por mim te apaixonares?
Por acaso tua visão mudara? Sobre a paixão...
Será que o teu pensamento racional mudará?
Confesso, mesmo que mudes. Tenho medo!
De machucar outra vez meu coração...
De decepcionar-te... Tornar novamente a morrer!

 

by Calado

sexta-feira, 19 de março de 2010

Durante essa noite


Durante essa noite...
Os sonhos que terei, as palavras que direi...
Como se eu soubesse o que estou fazendo.
De tudo que eu espero e anseio...
Para mim...
Para você...
Um futuro que eu não conheço!
Ao ponto que me desconheço, e estranho...
O que faço, o que escrevo, o que respiro.

Cada dia tem sido “um dia” e nada mais,
De esperar por você...
E de não haver uma esperança concreta.
Dias de batalha interna e externa...
Para mim...
E ninguém mais vê.
Só Deus e os anjos do céu a me contemplar!
Teatro de vida real.  Assim eu me vejo...
Na roleta russa, está em jogo meu coração!

Durante essa noite...
A espera é mais longa, do que era antes!
Em meio a minha confusão e infantilidade,
Como um menino bobo e apaixonado...
Sei o que pensas da paixão.
Não acreditas no amor.
Eu te pediria uma chance, apenas isso!
Mas pelo medo paralisado, embriagado...
Com o terror que vem da resposta a receber!

Perdido dentro de mim...
Dentro dos sentimentos que alimento...
Entre a esperança e a tristeza que existem!
Um apaixonado, equivocado quanto ao amor.
Sobre mim...
Sobre você...
Como um morcego a voar durante o dia!
Sem esperar ver o caminho a sua frente...
Assim, eu sigo... Entre a felicidade e a tristeza!

Durante essa noite...
A lua será a minha única companhia e amiga!
Cobrindo-me com o manto de estrelar a brilhar...
Embalando o sono que traz meus sonhos...
Sonhos de viver...
Viver com você...
Sonhos que me fazem querer ao teu lado estar!
Que me fazem quer teu olhar decifrar!
Que trazem o desejo que hoje tenho de te abraçar!


by Calado