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"Ser ou não ser, eis a questão: será mais nobre |
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terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Amor de menino
Deixa eu te amar...
Só mais um pouquinho.
Que o tempo é curto,
E sou como menino.
Estou ansioso, feliz,
Quero um doce: carinho!
Quero pular de alegria!
Quero sentar, quero colinho;
Deixa, vai! Só um pouco.
Olhe em meus olhinhos.
Veja o peito que forte bate.
Sinta o meu coraçãozinho.
Veja! Veja! Sou um menino!
Nem pareço perto estar dos trinta.
por Francisco Calado
sábado, 10 de maio de 2014
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Um ciclo lunar
30 luzes...
30 trevas...
E eu não ansiaria
Por pouco mais,
Odiaria menos que estas.
Vários sóis...
4 Luas...
5 ciclos nos separam.
Luz, trevas, conto o tempo!
Hoje, só, a olhar a rua.
A sós,
Em companhia...
Felicidade, tristeza, dor... prazer:
Vivo, vejo, viro ao avesso!
Tranquilidade abraça a euforia.
Conta perdida,
Tudo é nosso!
O tempo em si não satisfaria,
Esses vácuo que hoje tenho...
Neste peito que hoje é vosso.
by Calado
domingo, 12 de janeiro de 2014
Dias e Noites

NOITE - Sem Sono
Silêncio... Vejo-a dormir.
No esquife da noite,
Seus sonhos são tão doces;
Que ela, dormindo, sorri.
Silêncio! Não perturbe.
Doce ébano, longe,
Dos meus braços no hoje,
E talvez, no por vir.
Vejo-a dormir... Silêncio!
Que a noite se livre
De perturbar seus sonhos.
Se teus olhos me vissem
- solitário momento -
Despertarias do sono?
***
DIA - Algo quer-te, anelo
Viaja um carta,
Veloz, pelos ares.
E em mãos amadas,
Quão feliz deixaste.
Te leu a amada?
Sorrisos geraste?
Fico a desejá-la.
Comigo sonhas-te?
Alguém quer a Ti?
Melhor esquecer,
Logo a ouvirei...
Vejo Tu sorrir!
Venho a esquecer,
O que a Ti enviei...
by Calado
Local:
João Pessoa - PB, Brasil
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Traços cruzados
E no início era sem forma,
Tão sem forma. Porém, não vazio.
Um choque, encontro, acaso?
Um silêncio então os toma.
Caso o acaso logo os viu.
Decidiu fundir estes laços.
E pouco à pouco se forma,
Algo que então, nunca se viu:
Linhas, mãos, laços e abraços.
E o que não era, se torna...
Pulsa o coração frágil, sutil,
Tecido de Eros enlaça-os.
São formados sorrisos, e assim,
Os olhares trocam-se no ar,
Andorinhas a voar no verão,
Vestindo um belo carmesim.
E sempre em luta a travar,
Desejam-se, apaixonarão?
E enfim, inicio do verão,
Será que eles, o verão?
Por fim, eles então viram!
O enigma se solucionar...
Em meio à toda agitação,
De bombas, fogos que explodiam
Um pedido madrugada a ecoar,
Por sorrisos que um dia viriam.
by Calado
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Estrada ao teu sorriso
Ignorei a razão,
E... Algumas curvas na estrada.
Nas curvas, derrapadas!
No olhar, um cisco!
Batidas aceleradas de coração,
Em busca de um sorriso.
No céu o clarão,
Na mão, Angústia é apertada.
Solidão se esconde, amedrontada.
Ao pensar: "Sorriso".
Lança-se do céu ao chão,
Deixa-me seguir sozinho.
Mas, Acaso é brincalhão!
E entra em cena em horas erradas.
Caio então em sua cilada.
Por fim... Fez-se juízo!
Do que gerou emoção,
Fui, ao encontro com o nada.
Tristeza vem e invade então!
Agora, que de mim arrancada;
Uma felicidade almejada,
Perdão se faz preciso!
Pois, sei nada foi em vão...
Para que de mim possa aproximá-la!
Se foi então o clarão,
E a noite regozija estrelada!
Então, almejo mais encontrá-la.
Agora, necessito.
Deste sorriso que me estendeu a mão,
Desta alegria que anseia ser encontrada.
by Calado
terça-feira, 27 de março de 2012
Alegres desculpas
Se para a alegria de teu coração,
Posso cantar doces canções.
Encantar diversos corações,
Ainda assim...
Desejaria apenas o teu.
Se desejas doces palavras,
Se verdadeiras ou ilusões...
Em doces versos ou mil bordões...
Desejaria...
Que este fosse inteiro seu.
Se como faca a te ferir,
Minhas palavras, desilusões,
Moça te peço, dois mil perdões,
Que alegria...
Se arrancasse um sorriso teu.
Enfim te escrevo humildes versos,
Remindo-me dos "ais" de paixões.
Contando histórias de corações,
Em agonia...
Assim como agora está o meu.
Desculpe-me doce mulher,
Não quero plantar em ti emoções,
Apenas tocar corações,
Na tristeza...
Alegra-los, como quero alegrar o teu!
by Calado
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