Citações

- William Shakespeare
Mostrando postagens com marcador Emoção. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Emoção. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 2 de maio de 2012

A pedra




No meio do caminho...
Havia uma pedra,
De claros olhos verdes.


Havia uma pedra no caminho!
Pedra para que me impeça,
Aceitar o que me oferecestes.


Teus lindos cabelos lisos,
Em um ballet de real festa...
Livres ao vento, meu coração perece.


Discretos e tímidos sorrisos;
Tiram-me o sossego que resta...
Foi-se a canção! Agonia permanece!


No meio do caminho...
Havia uma pedra,
Pele branca como de lebre.

Havia uma pedra no caminho.
Seu nome não sei... Ora essa!
Só sua memória permanece.
  
  
  
  
  
  
  
  

by Calado

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Por entre teus cabelos





Certa vez,
Fui eu surpreendido,
Por um amorinho,
Que em teus cabelos...
Escondido,
Com uma seta
Acerta-me de vez.

Insensatez...
Cupido menino bandido,
Rouba-me o sentido,
Perco o sossego...
Agora rendido
Por esta
Paixão por você.

Certa vez,
Andando em bosque sozinho
Deparo-me: O mesmo amorinho
Em intento e zelo,
Tenta juntar-me contigo,
Ora essa...
Vejo-me longe de te ter?

Prever...
Quem pode o destino?
Nem mesmo o deus menino,
Escondido em teu cabelo.
Enfim... Em paz prossigo,
E digo: "Quem dera!",
Algum dia poder te ter.

Sem ser...
Apenas mais um arrependido.
Sigo o que propôs amorinho,
Viver em teu zelo.
Assim... Consigo,
A esperança que resta...
De um amor florescer.
  
  
  
  
  
  
  
  
by Calado

Fantasia



Este mundo somente meu...
Onde tu és minha.
Onde o amor prevalecia,
Lugar onde o sol adormeceu.


Mundo onde... Amante teu,
Clamando-te "amada", "querida",
Dedicando-te por inteiro a vida;
Lugar onde sou o amor seu.


Aqui; Jamais houve partida,
Nem se quer uma paixão não correspondida,
Lugar onde me vejo nos olhos seus.


Aqui... Tua mão segura firme a minha,
Um abraço que jamais se finda,
Afoga-me em meio aos beijos teus.












by Calado

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Olhares




Olhares chamam, pedem,
E não são correspondidos.
Clamam, imploram, 
Desfalecem...
Cansados... Morrem
Em meio a multidões de suspiros.
Como se não bastasse...
Sofrer, chorar, pedir,
Este doce sufocar,
Acompanhado de solidão.
Olhares...
Tão solitários como este coração,
Sofrendo estes tristes pesares,
Arrancando-me a paz...
Vil inquietação!
Destrói... Derrama... Estraga...
Vem em minh'alma e...
Abala! Abala!
Olhares... Tão somente!
Trocados... Devolvidos...
Em uma noite solidão. 


  
  
  
  
by Calado

domingo, 1 de abril de 2012

Retrocesso











Desejo mais uma vez...
Ter teus olhos nos meus.
Adivinhar os pensamentos teus,
Tua mão tocar...
Quem sabe... Depois morrer.


Empunhar a esperança de viver,
Ao menos, um minuto ao lado teu.
Unir a batida do teu coração ao meu.
E amar...
Quem sabe... Depois morrer.


Dedicar-me a amar outra vez.
Realizar os sonhos teus;
Fazer... Deles os meus,
Tão somente amar-te.
Como jamais pude realizar,
Esta dança...
A valsa entre eu e você.


Pois de tudo que eu quero ser...
Muito mais, amado seu.
Ainda, que o medo seja meu;
Este coração venho ofertar!
Em pobres versos que pude empunhar,
Como espada de esperança...
E... Quem sabe... Depois morrer!
  
  
  
  
  
  
  
  
  
by Calado

terça-feira, 27 de março de 2012

Alegres desculpas



Se para a alegria de teu coração,
Posso cantar doces canções.
Encantar diversos corações,
Ainda assim...
Desejaria apenas o teu.


Se desejas doces palavras,
Se verdadeiras ou ilusões...
Em doces versos ou mil bordões...
Desejaria...
Que este fosse inteiro seu.


Se como faca a te ferir,
Minhas palavras, desilusões,
Moça te peço, dois mil perdões,
Que alegria...
Se arrancasse um sorriso teu.


Enfim te escrevo humildes versos,
Remindo-me dos "ais" de paixões.
Contando histórias de corações,
Em agonia...
Assim como agora está o meu.


Desculpe-me doce mulher,
Não quero plantar em ti emoções,
Apenas tocar corações,
Na tristeza...
Alegra-los, como quero alegrar o teu!
  
  
  
  
  
  
  
  
by Calado

domingo, 11 de março de 2012

Sintomas







Esse aperto no coração,
Exige uma melodia,
Uma doce e triste canção
Que ainda não pude cantar.


Essa triste e amarga emoção,
Dor, alegria, agonia...
Como a beira de uma explosão,
Vejo o que apenas pude sonhar.


Agora, desfruto da doce solidão
De um incerteza crua e fria,
Repleta de coisas, causos a se considerar.


Hoje mesmo há palavras que não posso falar,
Talvez, até eu as diga um dia...
Um dia sem a falta do ar, paixão.







by Calado