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"Ser ou não ser, eis a questão: será mais nobre |
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quarta-feira, 2 de maio de 2012
A pedra
No meio do caminho...
Havia uma pedra,
De claros olhos verdes.
Havia uma pedra no caminho!
Pedra para que me impeça,
Aceitar o que me oferecestes.
Teus lindos cabelos lisos,
Em um ballet de real festa...
Livres ao vento, meu coração perece.
Discretos e tímidos sorrisos;
Tiram-me o sossego que resta...
Foi-se a canção! Agonia permanece!
No meio do caminho...
Havia uma pedra,
Pele branca como de lebre.
Havia uma pedra no caminho.
Seu nome não sei... Ora essa!
Só sua memória permanece.
by Calado
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Por entre teus cabelos
Certa vez,
Fui eu surpreendido,
Por um amorinho,
Que em teus cabelos...
Escondido,
Com uma seta
Acerta-me de vez.
Insensatez...
Cupido menino bandido,
Rouba-me o sentido,
Perco o sossego...
Agora rendido
Por esta
Paixão por você.
Certa vez,
Andando em bosque sozinho
Deparo-me: O mesmo amorinho
Em intento e zelo,
Tenta juntar-me contigo,
Ora essa...
Vejo-me longe de te ter?
Prever...
Quem pode o destino?
Nem mesmo o deus menino,
Escondido em teu cabelo.
Enfim... Em paz prossigo,
E digo: "Quem dera!",
Algum dia poder te ter.
Sem ser...
Apenas mais um arrependido.
Sigo o que propôs amorinho,
Viver em teu zelo.
Assim... Consigo,
A esperança que resta...
De um amor florescer.
by Calado
Fantasia
Este mundo somente meu...
Onde tu és minha.
Onde o amor prevalecia,
Lugar onde o sol adormeceu.
Mundo onde... Amante teu,
Clamando-te "amada", "querida",
Dedicando-te por inteiro a vida;
Lugar onde sou o amor seu.
Aqui; Jamais houve partida,
Nem se quer uma paixão não correspondida,
Lugar onde me vejo nos olhos seus.
Aqui... Tua mão segura firme a minha,
Um abraço que jamais se finda,
Afoga-me em meio aos beijos teus.
by Calado
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Olhares
Olhares chamam, pedem,
E não são correspondidos.
Clamam, imploram,
Desfalecem...
Cansados... Morrem
Em meio a multidões de suspiros.
Como se não bastasse...
Sofrer, chorar, pedir,
Este doce sufocar,
Acompanhado de solidão.
Olhares...
Tão solitários como este coração,
Sofrendo estes tristes pesares,
Arrancando-me a paz...
Vil inquietação!
Destrói... Derrama... Estraga...
Vem em minh'alma e...
Abala! Abala!
Olhares... Tão somente!
Trocados... Devolvidos...
Em uma noite solidão.
by Calado
domingo, 1 de abril de 2012
Retrocesso
Desejo mais uma vez...
Ter teus olhos nos meus.
Adivinhar os pensamentos teus,
Tua mão tocar...
Quem sabe... Depois morrer.
Empunhar a esperança de viver,
Ao menos, um minuto ao lado teu.
Unir a batida do teu coração ao meu.
E amar...
Quem sabe... Depois morrer.
Dedicar-me a amar outra vez.
Realizar os sonhos teus;
Fazer... Deles os meus,
Tão somente amar-te.
Como jamais pude realizar,
Esta dança...
A valsa entre eu e você.
Pois de tudo que eu quero ser...
Muito mais, amado seu.
Ainda, que o medo seja meu;
Este coração venho ofertar!
Em pobres versos que pude empunhar,
Como espada de esperança...
E... Quem sabe... Depois morrer!
by Calado
terça-feira, 27 de março de 2012
Alegres desculpas
Se para a alegria de teu coração,
Posso cantar doces canções.
Encantar diversos corações,
Ainda assim...
Desejaria apenas o teu.
Se desejas doces palavras,
Se verdadeiras ou ilusões...
Em doces versos ou mil bordões...
Desejaria...
Que este fosse inteiro seu.
Se como faca a te ferir,
Minhas palavras, desilusões,
Moça te peço, dois mil perdões,
Que alegria...
Se arrancasse um sorriso teu.
Enfim te escrevo humildes versos,
Remindo-me dos "ais" de paixões.
Contando histórias de corações,
Em agonia...
Assim como agora está o meu.
Desculpe-me doce mulher,
Não quero plantar em ti emoções,
Apenas tocar corações,
Na tristeza...
Alegra-los, como quero alegrar o teu!
by Calado
domingo, 11 de março de 2012
Sintomas
Esse aperto no coração,
Exige uma melodia,
Uma doce e triste canção
Que ainda não pude cantar.
Essa triste e amarga emoção,
Dor, alegria, agonia...
Como a beira de uma explosão,
Vejo o que apenas pude sonhar.
Agora, desfruto da doce solidão
De um incerteza crua e fria,
Repleta de coisas, causos a se considerar.
Hoje mesmo há palavras que não posso falar,
Talvez, até eu as diga um dia...
Um dia sem a falta do ar, paixão.
by Calado
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