Não foi em vão que adentrei o inferno,
Que abandonei a firme esperança.
Pela amada...
Que o coração consome,
Ardente fogo de amor, paixão.
Esqueço meu próprio nome,
Canção pela lira entoada...
Me fara esquecer a lembrança
E me trará teu rosto tão terno.
***
Não foi em vão que enfrentei o inferno,
Desta desavença triste e sem esperança.
Mão armada.
Que ao ouvir teu doce nome,
Logo me acelera o coração!
E em meio a esta estrada...
Morremos juntos, vive a lembrança,
Do amor que não foi julgado etéreo.
***
No fim da minha vida, inferno.
Apaixonado, deliro em meio à esperança.
Doce amada....
Não te toco! Ouço teu nome,
E apenas me reservo à solidão,
De pensamentos na pena de tinta molhada...
De voltar a ser uma criança,
Que do amor assim dirá: Te espero.
***
No fim da vida... Eu espero.
Tenho guardado tão somente a esperança.
Mão furada...
Olho o céus e clamo teu nome,
Sem resposta, solidão.
Naquela madeira, tristeza desolada...
Que traria a todos esperança,
Que traria a luz, a este mudo mal e severo.
by Calado

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